A fusão da gerencia humanista e a aprendizagem organizacional produzem organizações sustentáveis e de excelência

Publicado 2015-07-10
Artículos científicos

Resumo

Rev.esc.adm.neg

Na procura dos melhores resultados que influenciem a sustentabilidade empresarial se desenvolveram diversas metodologias enfocadas a eficiência e a produtividade. Seguindo essa linha, as correntes de Gestão do Talento Humano procuram trabalhadores altamente produtivos e ter baixas taxas de rotação de funcionários. (Bruce, 2006; Wu e Lee, 2001; Fisher, 2000; Lyons, 2006). No entanto, a maioria destas aproximações não transcendem a versão reducionista do mercado que vê as empresas somente como produtoras de bens/serviços (Schumacher, 1975), nem os paradigmas gerencias que geram estruturas contrárias a gestão do recurso humano (Maslow, 1968; Berger e Luckmann, 1967; Senge et.al., 1994). A Gerência Humanista é a exceção, oferece outra perspectiva gerencial desde a concepção das pessoas na empresa, não como recursos senão como o que são, seres humanos. Seus princípios se centram na alteridade, as não-ideologias e as obrigações sociais organizacionais (Largacha-Martínez, 2010b). Neste artigo se apresentam os resultados da pesquisa científica qualitativa de sete empresas coordenada pela Rede de Gerência Humanista (Von Kimakowitz, et. al, 2011) e se analisam com relação a excelência e aprendizagem organizacional

 

 

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