Economia Laranja colombiana em tempos modernos
Resumo
O presente artigo tem como protagonista, o conceito de economia criativa, como um setor que se abordou muito pouco na Colômbia. A indústria criativa ao longo dos anos tem apresentado altos níveis de crescimento, tendo em conta que não conta com um apoio real por parte do governo. Se se apoiasse esta indústria nascente na Colômbia, se geraria uma participação econômica significativa, o que resultaria em um rendimento de diferente proveniência para o país e em geral para a região, falando especificamente de produção de matérias prima. Pretende-se, portanto, dar a conhecer as possíveis mudanças que se desenvolveriam na Colômbia, de índole tanto econômica como cultural, para compreender que os bens e serviços culturais não estão exclusivamente dirigidos a grupos de pessoas de alto nível socioeconômico, elemento que favoreceria o incentivo direto deste conceito e com isso benefícios em diferentes aspectos para o país.
Autores
Referências
Araujo Gómez, R. M. (2015). La economía creativa, una fuente creciente de desarrollo. Hospitalidad ESDAI, 27, 7-29.
Banco Mundial (2017). Datos Banco Mundial. Recuperado de https://datos.bancomundial.org/indicador/GB.XPD.RSDV. GD.ZS?end=2015&locations=CO&start=2000&view=chart&year=2012
Bianchini Galuk, M., Carneiro Zen, A., Anicet Bittencourt, B., Mattos, G. y De Menezes, D. C. (2016). Innovación en microempresas de la economía creativa: un estudio de casos múltiples. Revista de Administração Mackenzie, 17(5), 166-187.
Boccella, N. y Salerno, I. (2016). Creative economy, cultural industries and local development. Procedia-Social and Behavioral Sciences, 223, 291-296.
Casani, F., Rodríguez-Pomeda, J. y Sánchez, F. (2012). Los nuevos modelos de negocio en la economía creativa: emociones y redes sociales. Universia Business Review, 33, 48-69.
Castells, M. (2004). La era de la información: economía, sociedad y cultura. México: Siglo XXI.
DANE (2016). Encuesta de Consumo Cultural-ECC 2016. Recuperado de https://www.dane.gov.co/files/investigaciones/eccultulral/ presentacion_ecc_2016.pdf
Daubaraitė, U. y Startienė, G. (2015). Creative industries impact on national economy in regard to sub-sectors. Procedia-Social and Behavioral Sciences, 213, 129-134.
Department of Communications and the Arts (Australia) (1994). Creative nation: Commonwealth cultural policy. Recuperado de http://apo.org.au/ node/29704
Lander, E. (2001). Los derechos de propiedad intelectual: en la geopolítica del saber de la sociedad global del conocimiento. Comentario Internacional: Revista del Centro Andino de Estudios Internacionales, 2, 79- 88.
Veselá, D. y Klimová, K. (2014). Knowledge-based economy vs. creative economy. Procedia-Social and Behavioral Sciences, 141, 413-417.
Zallo, R. (2011). La economía de la cultura (y de la comunicación) como objeto de estudio. Zer: Revista de Estudios de Comunicación, 12(22), 215- 234.